Nostra famiglia Mafra

Lobotomia coletiva

Publicado em Uncategorized por eduardomafra em Fevereiro 11, 2009

rock-cuidadosamente-bonzinho

Mais uma tendência do senso-comum me irrita.  Há uma guinada na indústria do entretenimento para o público adolescente. Uma festa para os grandes produtores. Os teenagers compram tudo relacionado à franquia amada sem pudor : camisas, revistas, materiais escolares, peças íntimas… Jonas Brothers, Harry Potter, Hannah Montana, High School Musical e o mais recente Crepúsculo exemplificam esta safra, safra bem-intencionada e comportada. Até aí tudo beleza, é a felicidade dos pais preocupados! Mas os valores passados nos filmes, músicas e livros direcionados são deprimentes, perigosos e altamente desestimulantes.

Os fenômenos juvenis seguem alguns padrões,algumas linhas-gerais : Ausência de atitudes “condenáveis” como violência, palavrões e falta de educação com os pais; amor idealizado, distante e etéreo (o máximo da realização terrena é um beijo no final, e não é o francês);  o “herói”, a princípio, deve ser um desconhecido sem função da sociedade, mas adquire importância com algum dom magnífico que deve ser mantido em sigilo, seja fantasioso ou não (característica tal mais comum em narrativas). Isso tudo agrada aos pais que ficam tranquilos ao verem suas crianças com anéis de pureza e assistindo a filmes de vampiros bondosos.

O próprio termo “jovialidade” dá a noção de ímpeto contestador, da força de mudança e não-aceitação do já determinado. É essa a grande geração moderna, a geração superior sem erros? Rock cristão com anelzinho fresco de pureza? O rock é dionisíaco, como Raul já cantava! São seres medrosos atrás do MSN e de uma vida virtual, esperando uma carta de Hogwarts ou entrar para um colégio onde todos são cantores, onde gordinhos, negros, homossexuais, brancos, nerds e riquinhos se dão todos bem. Depois de inúmeros coquetéis molotov, queima de sutiãs, Woodstock ‘69, Contra-cultura, deparo-me com toda essa coerção moral imbutida em historinhas divertidas, o mais puro conservadorismo retrógrado e alienante “for childrens”. Vamos fazer faixas, queimar prédios públicos e cometer atentado violento ao pudor! Recatados lobotomizados, reclusos retardados não serão aceitos.

“Então ‘EVÉRE BODE’ Rock…”

blog-edited4

23 Respostas

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  1. Jackie said, on Fevereiro 11, 2009 at 2:56 pm

    Claro, afinal nós queremos mesmo que os pais de hoje em dia se preocupem com o que seus filhos vestem, gostam, lêem e escutam..como se já não bastasse os seus próprios problemas. Você quer um Rock Rebelde…volta aos anos 70. A nova geração já não aguenta mais ser taxada pelo caos da adolescência..e quando queremos um pouco de paz….somos ridicularizados e tudo isso por alguns por aí se acham no direito de criticar a nossa escolha. Eu acredito que situações como High School Musical são raras de se encontrar hoje em dia, mas são porque nós viemos de uma linha onde o meio corrompe o homem, e vocês acham que queremos ter a mesma linha de pensamento. Nós queremos um mundo melhor e igual…agora se você não aceita isso o problema não é nosso.

    • eduardomafra said, on Fevereiro 11, 2009 at 3:05 pm

      Isso é romantismo moça, romantismo de Rousseau, “o homem nasce bom e a sociedade o corrompe”, vou na contramão dessa idéia. Entretanto a década de grandes protestos foi a de 60, com destaque o ano de 1968. Acredito que uma pitada a mais de rebeldia é necessária para a conquista de direitos ainda pendentes. Isso não é o “caos da sociedade”, essa é a renovação dela! Quem chama de “caos” é justamente a visão conservadora. A Revolução Francesa foi vista como um “caos” em 1789 e suponho eu que não seja mais vista assim. Obrigado pelo comentário! =)

  2. Rafaela said, on Fevereiro 11, 2009 at 3:13 pm

    Sim, isso dá tranquilidade aos pais, não posso negar, mas porque querer que nos rebelemos como no woodstock, por que sair quebrando tudo, desrespeitar os outros por quê? Se nos sentimos bem com o que estamos, assistimos, ouvimos, qual o problema, a rebeldia de decadas passadas trouxeram resultado? Sim trouxeram nos deu a liberdade que temos hoje, e porque não dizer que tudo o que temos hoje, música, televisão, livros, foram direta ou indiretamente influenciados por ícones do da contra-cultura…

    Mas ao contrário de você respeitamos a liberdade que herdamos, não julgamos quem não gosta dessa “tendência do senso-comum” e não nos expomos de forma incoerente e desmedida!!

    Conservadoris retrógarado… sim por quê não definir assim? Fazer o quê se a vida é um ciclo? Viemos do pó e ao pó voltaremos… ah só não confunde esse pó que eu comento provavelmente não é o pó que acompanhava o seu coquetel Molotov!

    • eduardomafra said, on Fevereiro 11, 2009 at 3:56 pm

      A direita contra-ataca. O recurso hiperbólico é para simbolizar a necessidade de não aceitação, não quer dizer realmente que queimar prédios é bom. Direito de gostar do que quiser todos tem, não ataco em momento algum essa liberdade individual que lhe assiste!
      Assim fala o espírito juvenil carola. Essa é a idéia cristã de que os prazeres mundanos são pecaminosos e criminosos, fazer uso deles não é se expor ao perigo, de acordo com o que penso.
      Gosto do último parágrafo, apenas refuto o argumento falacioso sobre o tal “pó”. Não sei se sabe mas o coquetel molotov é uma arma incendiária e pó de cor alguma me acompanha, é apenas um apelo seu à moral ( à falsa moral, melhor). =)

  3. samantha said, on Fevereiro 11, 2009 at 7:01 pm

    Só digo uma coisa opinião é que nem c* cada um tem o seu

    • eduardomafra said, on Fevereiro 11, 2009 at 7:58 pm

      De fato. Exceto os platelmintos =)

  4. Peh Gilardino said, on Fevereiro 11, 2009 at 8:20 pm

    não posso falar da juventude pq tenho 15 anos, mas uma coisa que falta pra criançada de hoje é cultura musical, não falo em gosto, pq gosto cada um tem o seu, mas hoje as pessoas só escutam o que apareçe, no minimo tem que saber dos grandes, tipo ELVIS, LED ZEPPELIN, BEATLES, o que falta pros adolescentes hoje, e ter cultura e largar um pouco das modinhas, pq modinha passa, os classicos ficam =D

    • eduardomafra said, on Fevereiro 11, 2009 at 8:32 pm

      Com certeza! Não acuso o que gostam de determinadas coisas, mas acuso os que não usam critério algum para escolha do gosto! Parabéns pelo ótimo gosto musical! Para ficar perfeita sua seleção só falou o Iron!

    • eduardomafra said, on Fevereiro 11, 2009 at 9:31 pm

      Niley

      A revolta dos fãs!!! shaushaushau

  5. Agatha said, on Fevereiro 11, 2009 at 9:39 pm

    Olha, acho que todo mundo tem o seu direito, claro que essas modinhas lançadas está cada vez mais comum e no futuro nada disso vai ficar na história pois não tem proveito, mas isso faz as pessoas passarem o tempo, é só ter um pouco de cultura e saber que nem tudo é realidade e separar o real do não real (aposto que ninguém espera realmente uma carta de Hogwarts ou algum vampiro bom por ai).

    • eduardomafra said, on Fevereiro 11, 2009 at 9:59 pm

      Agatha

      Em relação à carta ou um vampiro do bem é mais para ilustrar a idéia central! O problema maior é enxergar como forma única e perfeita de “cultura”(?). Obrigado por comentar! =D

  6. Giulia said, on Fevereiro 11, 2009 at 11:36 pm

    Aaahhh sinceramente essas garotinhas aí do “novo século” só defendem e adoram sem limites esses garotos porque têm carinhas lindas, são virgenzinhos e gostosinhos blá blá blá… quem nunca passou por essa fase?!! Olha, ninguém aqui critica o gosto de ninguém, apenas defende que é necessário “pesquisar” antes ou melhor se aprofundar melhor na vida do artista para saber realmente o porquê das suas músicas e o que eles querem expressar nas letras e melodias… Não é simplesmente achar um cara bonito que tem voz bonita e faz algo diferente… Ser diferente é ter conhecimento daquilo que se usa, curte, pinta e borda.

  7. Paula said, on Fevereiro 12, 2009 at 12:41 pm

    Qualquer um sabe Jonas não é rock. O problema é que quem escuta eles, nunca procurou ouvir outra coisa, nunca se interessou por música de verdade.

  8. Paula said, on Fevereiro 12, 2009 at 12:48 pm

    Só para completar, comento o que alguém disse lá em cima. ‘Se nos sentimos bem com o que estamos, assistimos, ouvimos, qual o problema, a rebeldia de decadas passadas trouxeram resultado?’

    O problema é hoje em dia nossos jovens crescem sem o mínimo de consciência critica, droga, vai dizer que os fãs acreditam naquela idiotisse de namoro de Miley de briga com a outra lá.. Isso é Markenting pura. Podem gostar, mas poderiam reconhecer pelo menos a pobreza das letras e da harmonia, nem digo melodia, porque as músicas deles não costumam ter solos.

  9. Mike said, on Fevereiro 12, 2009 at 2:59 pm

    Esse marketing dos joanas oops jonas brothers me irrita. Nenhuma banda atual vende sexo ou drogas, ou já viu linkin park, green day, strokes, coldplay fazendo apologia a isso em suas musicas? Só na cabeça dos bronhas, digo jonas os outros são impuros e eles são castos, dúvido que eles nunca tenham fumado um beque ou já transado com alguma fã, essa imagem deles é só imagem e um ótimo trabalho da acessoria de imprensa deles, depois cai a mascara e vai ser que nem a britney, antes pura, casta, inocente, depois se revelou maluca, problemas com drogas, sexo etc
    Além do que as musicas dos jonas são infantis, idiotas e seus fãs ainda mais, não aceitam o fato de ter gente que só goste de “velharias”, se for assim prefiro viver preso ao passado do que gostar de caras que não tem conteudo.
    Se beleza fosse talento coitado do thom yorke, fato é que o dia que os bronhas engordarem, ficarem barbudos e carecas eles vão perder 150% dos fãs

  10. Priscila said, on Fevereiro 12, 2009 at 3:13 pm

    eu acho deprimente esse tipo de “banda” como jonas brothers:
    Bonitos, sem talento, sem criatividade, precisam de um filme pra se promover, pagam de santos, realmente minha geração não sabe é de nada. TENHO VERGONHA

  11. lalai said, on Fevereiro 17, 2009 at 3:55 am

    meu deus! me revirei lendo essas coisas aqui! namoral, quem vcs pensam que são, fofos?
    Eduardo, queridíssimo futuro colega de faculdade, vc não acha que p/ um “rebelde” vc é mto conservador não?
    acorda pessoal! estamos em 2009! 68 não volta mais querido! eu fico impressionada c/ a nostalgia que pessoas c/ esse pensamento têm do que não viveram. No final das contas vcs são todos uns pseudo-revolucionários mais conservadores que qualquer direita da vida.
    Esses comentários sobre o que é música de verdade, o que não é… tenha paciência, viu? nunca vi nada mais conservador! o texto sobre malu magalhães? aff..
    e gente… se vcs querem se rebelar, rebelem-se! agora primeiro façam o favor de achar um motivo, ok? é assim que funciona.
    PRISCILA, minha filha, vc tem vergonha é? e o que vc faz p/ mudar isso??? Se tem uma coisa que me irrita é discurso vazio…

    vcs são o clássico estereótipo do “rebelde sem causa”! não que não haja causas p/ se lutar… mto pelo contrário, hoje tem mto mais! Não temos mais “o bem e o mal” p/ escolher, não é mais uma questão de ser comunista ou capitalista, não temos um “gênio do mal” p/ destruir. Porra caralho, eles tinham uma ditadura!!! Tudo o que aconteceu dps foi consequência, houve toda uma conjuntura histórica p/ que tudo explodisse!

    Você fala de visão crítica, mas aquilo sim, era não ter visão crítica! As pessoas acreditavam no partido acima de qualquer coisa, achavam que Stálin era perfeito! O.o Hoje, com a pluralidade de informação, c/ a velocidade de informação, com o crescimento das “liberdades”, os jovens são mto mais críticos, acredite. Parece loucura, mas reflita… a maioria dos jovens (ao menos do meu convívio) sabem das coisas, sabem do que a gente tá falando… mas fazer o quê?
    Nós somos tão críticos que não nos apegamos mais a uma bandeira, em tudo a gente encontra os defeitos e fica desestimulado.
    E o mundo que nos é oferecido é mto cômodo. E mais! Por mais que queiramos mudar, não sabemos o que há de ser feito. Estamos perdidos, isso sim, mas não se pode acusar a nossa natureza ou dizer que é simples desinteresse.

    Eu realmente concordo c/ o começo do seu texto… por exemplo, p/ mim, Rebelde é o símbolo da degradação mental de uma geração… mas ora veja se a culpa é nossa??? Quem criou essa merda toda não fomos nós! e é disso que vcs esquecem! Se vc ama tanto a juventude de 68, pq temos que nos rebelar contra os nossos pais? Não são eles? Acontece que o mesmo cara que em 68 gritava “amor livre!” cheio de LSD na cabeça, hoje bota o filho p/ fora de casa pq ele é gay!
    Eu sei que há casos e casos, que nem todo mundo mudou tanto… mas o que eu quero dizer é que quem nos criou, quem criou os programas que assistimos, as coisas que compramos… não fomos nós. Não pedimos p/ ver Xuxa na tv, p/ ver a Carla Perez rebolar… Se nós somos assim, alguém nos criou assim. Vc já reparou numa criança? Se vc colocar um senegalês, um iraniano, um alemão e um mongol, dentre ricos e pobres, numa sala, em menos de 10 min estão todos brincando. Alguém ensinou a discriminar.

    Vc acaba cometendo um engano gravíssimo: “A Sociedade é uma entidade, não somos nós.” Procure se ver dentro dos seus pensamentos, e não falar como um deus olhando os pobres mortais na terra. Esse sempre foi o mal dos velhos intelectuais… e vcs estão agindo igualzinho. rotulando, rotulando… maniqueísmo… música boa, música ruim… Gente, música é mto mais que técnicas perfeitas! música toca lá no fundo, revira o estômago, faz chorar, faz dançar… é arte! E não me venha discutir o que é arte…

    Ah, e pra quê esse eruditismo pedante… Fugir da discussão central só p/ corrigir a menina, dizendo que em 60 teve mais protesto que 70… ah, por favor!
    E, ah, que bom saber, os platelmintos não têm cú. Isso soa um pouco arrogante…

    Não me entenda mal… não tenho nd contra vc, contra a juventude de 68, ou “sexo, drogas e rock’n'roll” – esses então, mto pelo contrário -, mas o fato é que estamos aqui! “e daí?” o que acontece agora? Não somos caraguejo p/ andar p/ trás (nem sei se carangueijo anda p/ trás, mas foi o que eu soube). Eu realmente acredito nessa juventude. Estamos evoluindo sim! – e os direitos das mulheres, dos negros, dos GLBT? Nunca se respeitou tanto as diferenças! – E se vc quer mudar alguma coisa no mundo atual, vc tem de estar no mundo atual. Liberte sua cabeça do passado e vc vai ver que os anos ‘00 tb é supimpa. ;D

    • eduardomafra said, on Fevereiro 18, 2009 at 11:58 pm

      Bem, acredito que luta por igualdade social e tendência ambientalista não são exemplos de idéias conservadoras. Caso contrário posso ir me filiar ao Democratas. Não prego a volta dos anos 60, apenas focar um exemplo de luta, que julgo eu, interessante. Não ataco a liberdade individual de fazer o que quiser, apenas, no plano pessoal, julgo dispensáveis certas coisas, lembre que blog é opinião apenas, e que se for ir pelo caminho relativista até mesmo considerar meu dogmatismo musical ruim é questionável, ou não? Sobre a suposta erudição pedante, há uma diferença brutal entre a década de 60 e a de 70, se é possível me criticar, posso também corrigir,se é que sou capaz, algum erro. Os platelmintos ficaram na cabeça de tanto decorar as milhões de coisas de biologia, foi apenas uma escapada no humor utilizando algo que ficou marcado,o mal da comunicação via web de opinião é apenas se ancorar no que está escrito, sem expressões faciais nem conhecimento prévio da pessoa. Por fim, o passado é essencial para o presente, afinal, a partir de experiências já ocorridas não se comete o mesmo erro, não romantizo 68, mas ojerizo determinados aspectos do presente, como é evidente, pois não há 100% de acerto. Voltando para o relativismo, é evolução mesmo? A partir de qual olhar? Não que eu seja contra essas conquistas, são muito boas, mas se fosse eu um fascista-reacionário-direitista-conservador,talvez não concordaria.

    • eduardomafra said, on Fevereiro 19, 2009 at 12:01 am

      Ah sim, que tipo de grande reflexão você encontra nas produções que citei? Não entro na questão da arte, mas do serviço dela e da sua mensagem.

  12. lalai said, on Fevereiro 19, 2009 at 6:34 pm

    1º – Quando eu falo de conservadorismo, eu estou me referindo a um sentido mais amplo… Como uma natureza conservedora e não uma posição política… (mesmo pq, eu nem sei em quem vc vota)… sendo assim, o que está em discussão não é por QUEM vc luta, e sim, COMO vc luta. entende? Se p/ atingir seus ideais vc persiste nos mesmos erros de antigamente, se vc fecha os olhos p/ o novo…
    Muita coisa boa do que foi feito 40 anos atrás, não se encaixa mais no mundo contemporâneo.. Pq a sociedade muda. E vc tem de estar aberto p/ entender a possbilidade de novas coisas boas.

    2º – Odeio relativismo extremo. (é apenas uma forma de nunca chegar a um consenso, portanto a nenhuma solução prática) Sou “por um consenso mínimo entre os homens”. :)

    3º – eu sei que houve muita diferença, mas, ah vai… vc sabe a época que ela quis dizer. É, foi mal sobre o negócio dos platelmintos, eu entendo. e realmente, esse é o mal da comunicação escrita…(sempre quis poder imprimir minhas expressões nos textos..)

    4º – não precisa trazer uma mensagem explícita, como uma fábula… Isso sim, é querer doutrinar as pessoas… Vá me dizer que tudo o que vc houve tem uma mensagem-cabeça? Desculpa, mas Led Zeppelin, Beatles… não são os melhores exemplos…
    e o melhor: “six, six six! the number of the beast”??? fale sério… que música mais tosca.
    hshauhsaushua! (isso é pessoal. e foi brincadeira, tá?)

    “a gente não quer só comida, a gente quer comida diversão e arte!”

  13. lalai said, on Fevereiro 19, 2009 at 6:44 pm

    ps: vc sabe que, na verdade, eu adorei seu blogue, né? (geralmente eu gosto de quem discorda de mim…)
    Parbéns pelo blogue! continue assim. vc escreve muito bem! será um ótimo jornalista. :D

    [obs: vc gosta bastante de futebol, hein?]

  14. eduardomafra said, on Fevereiro 19, 2009 at 11:31 pm

    Respondendo logo tudo!

    Pela constituição do blog, quem lê já tem o hábito anterior ou algum conhecimento da pessoa. Talvez aparente que idealizo o passado e tal. O aspecto de contestação da década de 60 é inegável, e não deixa de ser um exemplo. Mas é isso, depende da interpretação do conservadorismo, que é manutenção do vigente e distanciamento de mudanças profundas, o que sou totalmente contrário, afinal, deu para ver minha índole “inflamada” XD

    Realmente arte não precisa de mensagem implícita para ser arte, mas Jonas Brothers, tem uma mensagem carola, que eu julgo ruim, mas é só opinião.Ps.: The Number of the Beast fala de um pesadelo, que Steve Harris, o baixista do Iron, teve, leve como uma temática assim como um filme de terror faz.
    Ah sim, só para mostrar (sou fã do Iron XD), o Iron aborda temas históricos e psicológicos, Alexander The Great narra a vida de Alexandre, o Grande, até usei num trabalho de colégio. Várias músicas são baseadas em filmes e livros ( Brave New World, To Tame a Land) [ Fim do merchandising maideniano]

    Obrigado! Já sobre o Bahêa… gosto dele sim XD futebol na verdade é feião, só gosto do Bahêa, da galera gritando Bora Bahêa, de quando ia na Fonte Nova ver o povão se reunindo e tal shaushauhsaus


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